Estamos enraizados no Brasil e na América Latina — moldados por este território, por esta língua e por suas histórias.
Em todo o mundo, pessoas, comunidades e iniciativas notáveis já carregam as sementes de um novo paradigma cultural. Praticantes espirituais, educadores, artistas, pensadores sistêmicos, projetos regenerativos e comunidades indígenas vêm criando e protegendo cosmologias, práticas, ideias, sabedorias e formas de organização social essenciais para navegar a metacrise.
Mas a maioria permanece nas margens da nossa cultura, isolada em suas próprias comunidades, línguas, geografias ou campos de prática. Raramente se encontram e quase nunca dentro de um recipiente capaz de sustentá-las ao longo do tempo, em torno de um propósito comum, a serviço da formação de um outro tipo de liderança. Sem isso, cada uma permanece uma oferta que alguém pode encontrar, e não um caminho que alguém possa percorrer.
É para isso que existe a nossa arquitetura educacional: oferecer uma casa onde essas formas de ver, ser e conhecer possam voltar a se relacionar — e onde a profundidade de compreensão, prática e transformação que este momento nos pede se torne possível.
Nosso trabalho nasce da confluência de quatro linhagens principais: